José Drummond shows “Love Is The Scariest Thing Of All” in Lisbon International Video Festival

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José Drummond shows “Love Is The Scariest Thing Of All” in Lisbon

The work “Love Is The Scariest Thing Of All” by José Drummond is included in the competition of Lisbon International Video Festival FUSO and will be screened Wednesday, 26 of August, at 22:00H, at the Museum of Electricity in Lisbon, in a selection with the title “Acting” curated by Jean-Francois Chougnet.

The artist that premiered his latest long duration film project “This Monster of beauty Is Not Eternal”, in Berlin, at the Institut Für Alles, on the 14 of August tells us about the work to be shown in Lisbon that “there is a storyline, a plot, a tension, a timeline and an alternative reality in love and loss. This work speaks about the loneliness of a fragmented identity, trapped on wasted love events, confronting the inner whirlwind, moving in and out through illusions, dancing the intricate choreography of past-present-future, closing the eyes to the rapture attainable through love, stirred by the moments of passion, dissolving by the moments of loss and its disjuncture of mind-body-heart-soul, with an unlimited reservoir of contradictions and ambivalences, with layers and layers of ambiguity. The dialect of failure and persistence is portrayed through a possibility of life after death, perhaps because it concerns the universal extremities of existence and depends metaphorically and visually upon the stark contrasts of the emotions played.

http://fusovideoarte.com/2015/ open01/01_open11.html

www.josedrummond.com

 

José Drummond exibe “Love Is The Scariest Thing of All” em Lisboa

O trabalho “Love is The Scariest Thing Of All” está incluído na competição do FUSO – Festival Anual de Vídeo Arte Internacional de Lisboa e será projectado Quarta-feira, 26 de agosto, pelas 22:00H, no Museu da Electricidade em Lisboa, numa seleçção com o título “Acting” com curadoria de Jean-Francois Chougnet.

O artista que estreou “This Monster Of beauty is Not eternal”, o seu mais recente filme de longa duração, em Berlim, no Institut Für Alles, a 14 de Agosto diz-nos sobre o trabalho a ser mostrado em Lisboa que “há uma história, um enredo, uma tensão, uma linha temporal e uma realidade alternative tanto no amor como na perda. Este trabalho fala sobre a solidão de uma identidade fragmentada, presa ao acontecimento de uma amor desperdiçado, confrontando o turbilhão interior, movendo-se através de ilusões, dançando uma intricada coreografia de passado-presente-futuro, fechando os olhos ao arrebatamento atingível através do amor, agitando-se pelos momentos de paixão, dissolvendo-se nos momentos de perda e na sua disjunção de mente-corpo-alma-coração, com camadas e camadas de ambiguidade. O dialecto da falha e da persistência é retratado através de uma possibilidade de vida para além da morte, talvez porque diz respeito às extremidades universais da existência e depende metaforicamente e visualmente dos contrastes das emoções em jogo.

 

http://fusovideoarte.com/2015/ open01/01_open11.html

www.josedrummond.com

 

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